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quarta-feira, 2 de março de 2011

Site do Movimento Civico Pela Linha do Corgo – MCLC

O MCLC – Movimento Civico pela Linha do Corgo, é um grupo de cidadãos nacionais e estrangeiros que se juntou á volta das preocupações que surgiram desde 1990 sobre a preservação, manutenção e reabertura da Linha do Corgo. A urgencia da criação deste Movimento tornou-se ainda mais evidente quando o troço Regua-Vila Real foi subitamente encerrado a 25 de Março de 2009, decisão a qual o Ministerio das Obras Publicas, Transportes e Comunicações deixou deliberadamente arrastar-se, com o repetido e repetitivo intuito de exterminar o caminho de ferro de Tras-os-Montes e Alto Douro.

Entra aqui no novo site.


domingo, 20 de fevereiro de 2011

Procurar Investidores para as Linhas Transmontanas

É minha profunda convicção que não vamos poder contar com estado e muito menos com actual governo para reactivar a linhas transmontanas do Corgo, Tua, Sabor e Tâmega. Também não vale a pena estar à espera do apoio dos actuais autarcas transmontanos, já que quase todos, se não todos, se venderam às promessas ilusórias do actual governo.

A única solução para tornar realidade, o sonho de voltar a ver os comboios a circular nas linhas transmontanas, seria com um projecto financiado com fundos privados.

Uma hipótese seria convencer a FEVE a investir em Portugal, expandido a sua rede para o nosso país. Contudo, e para nossa infelicidade, a rede da FEVE não se encontra perto das localidades fronteiriças, onde as linhas do Corgo, Tua, Sabor e Tâmega terminam. No entanto, não sendo um impedimento, torna difícil de convencê-los a investir. Além disso, existe outro impedimento, a FEVE ser uma empresa pública espanhola. Sabendo nós a posição do nosso governo sobre as linhas transmontanos e dada a amizade existente entre os actuais primeiros-ministros dos dois países, depressa seria vetada qualquer hipótese de viabilização de uma participação da FEVE.

A hipótese mais interessante e porventura a única que poderia de facto concretizar, seria a participação de investidores árabes. Pode à primeira vista parecer estranho, mas podem ter a certeza que não é. Fiz várias pesquisas sobre investimentos árabes, e verifiquei a abertura e a disponibilidade para investirem em projectos alternativos, como aquele que defendemos, desde que se prove a sua rentabilidade. O mais difícil é conseguir chegar ao seu contacto para fazer a apresentação de um projecto integrado para toda a região transmontana. Gosto de frisar “um projecto integrado”, pois quaisquer projectos sectoriais estarão condenados ao fracasso.

Não seria difícil de convencê-los a investir num projecto ferroviário de gestão integrada das Linhas do Corgo, Tua, Sabor e Tâmega com ligações a Espanha e às duas principais cidades do país, tendo acesso aos principais Aeroportos do país: ao Porto através da Linha do Douro, e a Lisboa através da realização do projecto da Linha de Lamego com a ligação à Linha do Vouga, reactivando o troço entre Viseu e Sernada do Vouga, permitindo a chegada a Aveiro, com a consequente ligação ao Alfa Pendular para Lisboa. Além disso a ligação a Aveiro, permitiria a ligação a um importante porto Marítimo, o Porto de Aveiro.

A grande “batalha” para nós, acima de qualquer outra coisa, seria utilizar tudo o que estivesse ao nosso alcance, para conseguir chegar ao contacto com as agências de investimentos árabes e/ou fundos de investimentos árabes.

É isso que tenho andado a tentar fazer, mas torna-se mais fácil, se mais estivessem interessados e disponíveis para o fazer…

Paulo Santos
CT - Comboios Transmontanos S.A.


quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

Resposta do candidato Francisco Lopes ao CT

Boa-tarde:

Acusamos a recepção da vossa mensagem e agradecemos a informação.

A candidatura de Francisco Lopes pronuncia-se a favor do investimento com vista à modernização da via-férrea convencional, na qual as respectivas linhas ou ramais se inserem. A nossa posição sustenta-se em razões que se relacionam com o direito à mobilidade, com o combate à interioridade e desertificação e também com razões ambientais.

Com os melhores cumprimentos,

O Gabinete de Apoio à Candidatura de Francisco Lopes

sexta-feira, 24 de dezembro de 2010

Candidatos Presidenciais e os comboios transmontanos?!...

O projecto CT enviou um email a todos os candidatos presidências a solicitar a sua opinião sobre os comboios em Trás-os-Montes:


“Exmo. Senhor Candidato,
Faço parte de um grande grupo de flavienses e transmontanos que andamos a lutar pela reabertura das linhas férreas transmontanas que foram entretanto encerradas: Corgo, Sabor e Tua. Gostaria de saber a sua opinião sobre este assunto.
Aproveito esta oportunidade para dar a conhecer o Projecto CT e a página do Facebook onde nos pode encontrar: http://comboiostransmontanos.webnode.pt/
http://www.facebook.com/group.php?gid=115020471868845
Mais informo que vamos colocar esta questão a todos os candidatos e vamos publicar as respostas que nos forem enviadas.

Com os melhores cumprimentos.

Paulo Santos
CT-Comboios Transmontanos S.A.”


Ficamos a aguardar pelas respostas…


domingo, 19 de dezembro de 2010

Mude a sua Vida, de comboio… se o tiver

Fui confrontado recentemente na blogosfera com fotos de um mesmo cartaz, em duas cidades portuguesas, que são no mínimo insólitas. A ocupar um terço do cartaz, o Alfa Pendular perfila-se numa plataforma, com um passageiro a bordo e uma senhora de costas para o comboio, coroados sob os dizeres “Mude a sua vida, Vá de comboio”.



quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

Flaviense apresenta projecto para recuperar comboios

Paulo Santos, um cidadão do concelho de Chaves, garante que tem a solução para revitalizar os caminhos-de-ferro em Trás-os-Montes.

Para o efeito delineou o Projecto CT – Comboios Transmontanos S.A., tendo por base o projecto da FEVE (Ferrocarriles Españoles de Vía Estrecha), para mostra que é possível explorar comercialmente as Linhas do Corgo, Tua e Sabor. “Para que este projecto seja financeiramente fiável, é preciso fazer a gestão integrada de todas as linhas transmontanas”, refere numa nota de informação escrita.

Ler o resto do artigo no Jornal Nordeste.

O artigo tem algumas lacunas, mas é sempre uma mais valia a divulgação do projecto.


quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

Mude a sua Vida, de comboio… se o tiver

Fui confrontado recentemente na blogosfera com fotos de um mesmo cartaz, em duas cidades portuguesas, que são no mínimo insólitas. A ocupar um terço do cartaz, o Alfa Pendular perfila-se numa plataforma, com um passageiro a bordo e uma senhora de costas para o comboio, coroados sob os dizeres “Mude a sua vida, Vá de comboio”.

Ler o artigo completo:Notícias do Nordeste


sexta-feira, 15 de outubro de 2010

Auto-Estradas vs Vias-férreas

(..) Como se isto não bastasse, enquanto a Espanha ou a Holanda (os únicos países com valores próximos de Portugal) têm uma verdadeira rede ferroviária digna desse nome, Portugal não tem. E, por outro lado, grande parte da nossa "rede" ferroviária continua sem ser modernizada: Linha do Minho, Linha do Oeste e Linha do Algarve são apenas três exemplos de linhas seriamente carecidas (parcial ou totalmente) de modernização.

Por outras palavras, enquanto em Espanha o comboio consegue competir com a auto-estrada, em Portugal isso sucede apenas com pouquíssimas linhas (basicamente, Linha do Norte e Linha do Sul). O que vai explicando a situação quase dramática de grande parte da nossa ferrovia (..)

Leia aqui o artigo completo. 


terça-feira, 28 de setembro de 2010

Presidente da Refer explica investimentos na rede no Parlamento

O presidente da Refer, Luís Pardal, vai esta tarde ao Parlamento explicar, na comissão de Obras Públicas, os investimentos na rede ferroviária convencional.
A audição foi pedida pelo PCP, que quer saber se estão garantidos alguns dos anunciados projectos de melhoramento ferroviário, como, por exemplo, os anunciados para a Linha do Tua ou do Tâmega.
“Há décadas que nós levantamos o problema da Linha do Oeste, a Linha do Tâmega e do Corvo, a ligação da Figueira da Foz a Cantanhede”, além da questão incontornável da Linha do Tua – um “serviço de transporte para as populações com potencial para desenvolvimento económico, que não deve ser sacrificado perante as opções que também possam ser necessárias de investimento e desenvolvimento local”, defende o deputado comunista Bruno Dias.
Esta audição serve também para provar, alega o deputado, que a ferrovia tradicional não faz parte da arqueologia do transporte.