Translate

Mostrar mensagens com a etiqueta Linha do Tua. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Linha do Tua. Mostrar todas as mensagens

terça-feira, 9 de abril de 2019

Comboios a Hidrogénio


Os primeiros comboios a serem alimentados por hidrogénio já estão ao serviço - Coradia iLint da Alstom. Os comboios de passageiros emitem apenas vapor de água para atmosfera e passam a circular nas linhas na Baixa Saxônia, na Alemanha.
O Coradia iLint está equipado com células de combustível que convertem hidrogénio e oxigénio em eletricidade, eliminando qualquer poluição lançada na atmosfera. Para além das zero-emissões, os comboios fazem menos barulho que os convencionais, conseguindo atingir velocidades até 140 km/h. Para já apenas podem circular a 100 km/h e irão substituir a frota de comboios a diesel entre as estações Cuxhaven, Bremerhaven, Bremervörde e Buxtehude.

Esta será a solução que a CT – Comboios Transmontanos irá optar na atualização do seu projeto.

segunda-feira, 4 de julho de 2016

Comboio volta a apitar no vale do Tua em 2017

Carrazeda de Ansiães Projeto prevê o transporte de turistas em composição histórica entre as estações da Brunheda e de Mirandela

O vale do Tua voltará a ter comboio a partir de março de 2017. Pelo menos para fins turísticos. Uma locomotiva histórica puxará quatro carruagens entre Brunheda (Carrazeda de Ansiães) e Mirandela.
É uma das partes do plano de mobilidade previsto nas contrapartidas pela construção de uma barragem, junto à foz do rio, entre os concelhos de Carrazeda e Alijó. O resto do percurso até Foz-Tua será assegurado por um barco rabelo e por um autocarro descapotável.
O projeto é da empresa Transportes Turísticos do Vale do Tua, SA, constituída para o efeito dentro do universo Douro Azul, liderado por Mário Ferreira. Resulta de um acordo fechado com a EDP, que construiu a barragem, e a Agência de Desenvolvimento Regional do Vale do Tua, que representa os concelhos abrangidos pelo aproveitamento hidroelétrico: Carrazeda de Ansiães, Alijó, Murça, Vila Flor e Mirandela.
Transporte de passageiros
“É um projeto ambicioso e difícil”, admite, ao JN, Mário Ferreira, já que se trata de “uma nova atração turística onde nada existe para além das belíssimas paisagens”.
Para além da componente turística, está também previsto o transporte quotidiano de passageiros, embora o modelo esteja ainda a ser ultimado com as cinco câmaras municipais e com a EDP.
“Queremos um modelo que sirva bem a população, mas que não se limite a andar só com uma pessoa para trás e para a frente”, nota o empresário.
Neste momento, já estão concluídas as obras de reabilitação dos 37 quilómetros de linha do Tua, entre Brunheda e Mirandela. Uma boa parte dos carris e travessas levantados no troço de 18 quilómetros que vai ser afogado pela albufeira foram usados para as obras no restante percurso. Em fase final estão os trabalhos de estabilização de margens, drenagens, entre outros.
Por concluir estão as negociações com a Infraestruturas de Porem tugal para a empresa ficar com as estações e apeadeiros daquele troço: Brunheda, Codeçais, Abreiro, Ribeirinha, Vilarinho, Cachão, Frechas e Latadas. De fora fica a estação de Mirandela, em posse da Câmara.
Outra vida para o vale
Mário Ferreira garante que “o projeto poderá começar a funcionar a 100% a partir de março do próximo ano, desde que haja água na albufeira”. A partir daí o vale poderá ter outra vida. De resto, o responsável da Douro Azul vinca que “a linha do Tua foi salva pela barragem”.
Sublinha que “se não fosse ela, a ferrovia estava morta, uma vez que já estava parada antes de a barragem ser anunciada”. Agora, com este projeto, “existe a possibilidade de salvar mais de dois terços da via, condições de segurança que não existiam previamente”.
Para a Douro Azul, este novo negócio representa uma “nova, diferente e muito interessante atração turística dentro da região duriense”.
Mário Ferreira está convencido de que significará “um sem-fim de oportunidades” que vão surgir a partir da base de clientes que vão ser redirecionados para o vale do Tua. Porém, avisa, “vão ser necessárias várias infraestruturas que fazem muita falta”, nomeadamente “alojamento, restaurantes e postos de venda de produtos regionais”.
Até agora, insiste, “podia não haver razões para existir mais oferta nestes setores de atividade, mas agora é preciso repensá-la, pois aquela zona está condenada ao sucesso”.


Fonte: JN 

 

segunda-feira, 2 de julho de 2012

Novo projeto CT - 2012


1. Introdução
Este projeto começou com a nostalgia de um Flaviense que teve a alegria e o prazer de poder viajar nas linhas do Corgo e do Tua, antes destas belas linhas ferroviárias, de via estreita transmontanas, terem sido encerradas. Nenhuma alma flaviense consegue ficar indiferente quando percorre o trajeto da antiga linha do Corgo à procura dos vestígios do que ainda resta desse passado glorioso. O mesmo sucede quando visitamos os despojos da Linha do Tua em Abreiro e em Mirandela.  
Quem não recorda o passado quando estes comboios circulavam cheios de passageiros ao longo das linhas transmontanas?
Quem não guarda na memória a imagem de sair na estação de Peso da Régua, do comboio procedente do Porto e apanhar o comboio para Chaves... Esta mudança de comboio tinha de ser rápida para conseguir um lugar à janela. Eram muitas as pessoas que seguiam no comboio para Chaves. O comboio andava sempre cheio até Vila Pouca de Aguiar. Após esta estação era possível arranjar algum espaço livre.
Quem não se lembra de ver a estação de Vidago cheia de gente…
O que mais revolta em tudo isto é a passividade dos autarcas transmontanos sobre o encerramento das Linhas Transmontanas. Todos gostam de falar de regionalização, mas não seriam as Linhas Transmontanas, a bandeira mais emblemática de afirmação dessa regionalização?!
Qualquer região europeia com autonomia regional, tem como principal premissa e preocupação, o estabelecer de vias de comunicação entre os municípios da sua região. O comboio é hoje, a melhor aposta que tem vindo a ser seguida na Europa. Vejam os vários exemplos da nossa vizinha Espanha, que está a modernizar todas as suas vias estreitas, não só para turismo, mas também para o transporte diário de passageiros. A exploração turística que faz dessas vias-férreas é uma das formas de financiamento encontradas para manter abertas essas linhas ao transporte de passageiros. Mas o que realmente faz dessa exploração um sucesso, é oferta de um serviço de qualidade, com uma boa oferta de horários e com comboios modernos, que para além do conforto que oferecem, conseguem uma maior rapidez nas viagens entre as localidades.
Quando em 2010 iniciámos o projeto CT – Comboios Transmontanos S.A. confinámo-lo praticamente aos traçados já existentes, construindo apenas alguns novos ramais. Após termos aprofundando a nossa análise sobre o projeto da FEVE, fonte de inspiração para o projeto CT e juntamente com os contributos que fomos recebendo, alargamos o campo de exploração do projeto CT a todas as linhas de via estreita em Portugal, passíveis de exploração. Contudo, com a atual conjuntura económica, achamos melhor restringir o projeto CT às linhas transmontanas. Contudo, conseguimos encontrar uma forma de melhorar os resultados de exploração das linhas transmontanas com a construção de uma nova linha, a Linha de Braga, que ligará a Linha do Corgo à cidade de Braga, passando por Fafe e Guimarães. Com esta nova linha conseguimos finalmente ligar diretamente, por via ferroviária, as cidades de Guimarães e Braga. Além disso, voltamos a colocar no mapa ferroviário a cidade de Fafe. O traçado desta nova linha, utilizará parte do traçado da antiga Linha Guimarães (via estreita).
Com a Linha de Braga conseguimos ligações mais rápidas aos comboios Alfa Pendular com destino a Lisboa com partida de Braga e/ou Guimarães. Conseguindo criar horários que permitem que no mesmo dia, se possa ir e voltar, de Bragança e/ou Chaves a Lisboa.
A ligação das cidades de Braga e Guimarães por via-férrea, irá ser uma das mais-valias financeiras deste projeto.
Além disso, propormos a reativação do troço entre Pocinho e Barca d’Alva em via estreita, ligando assim este troço à linha do Sabor. Esta ligação irá permitir a circulação de um comboio turístico, o Transmontano Express entre Régua e Barca d’Alva, circulando ao longo das linhas do Corgo, Tua e Sabor. Para que esta circulação seja possível, irão ser construídos 2 ramais que vão permitir a ligação entre a Linha do Corgo com a Linha do Tua e a ligação entre a Linha do Tua com a Linha do Sabor.
Assim, defendemos que a CT - Comboios Transmontanos S.A. fique responsável pela gestão das linhas do Tâmega, Corgo, Tua, Sabor, Braga, Ramal de Valpaços (ligação da Linha do Corgo à Linha do Tua) e Ramal de Vimioso (ligação da Linha do Tua à Linha do Sabor). Com estes ramais é possível fazer uma gestão integrada de todas as linhas, permitindo a viabilidade do projeto.
Este projeto é pragmático sobre a questão da barragem da EDP e a consequente submersão de parte da Linha do Tua, por isso, defendemos a utilização da Linha do Tua apenas entre Abreiro (ou Brunheda) e Bragança, ficando assegurada a ligação à Linha do Douro através da Linha do Corgo e da Linha do Sabor, com a construção dos novos troços. Contudo, estamos disponíveis para prolongar a Linha do Tua para além de Abreiro até ao local onde vai ser construído o ancoradouro dos barcos do projeto da EDP.
Para além do transporte de passageiros, este projeto está preparado para gerir o transporte de mercadorias. Grande parte das estações foi redimensionada para receber comboios de mercadorias, estando previsto a construção de terminais de mercadorias.
Com a reabertura da Linha do Douro entre Pocinho e Barca D’Alva permitirá ao Transmontano Express (a nossa aposta no turismo ferroviário) explorar possíveis parcerias com as empresas que exploram as viagens fluviais ao longo do Rio Douro até Barca D’Alva, oferecendo uma viagem num comboio especial focado para a vertente turística. Esta viagem iria percorrer os traçados das várias linhas transmontanas, desde Barca D’Alva até à Régua. Para valorizar ainda mais o projeto do Transmontano Express defendemos a transformação em Pousada da estação de Barca D’Alva. Desta forma irá permitir oferecer pacotes turísticos ainda mais interessantes, conjugando a estadia com viagens de barco e de comboio.
As viagens do Transmontano Express podem ser associadas a outras parcerias regionais ao longo das várias localidades transmontanos por onde passa.
O projeto CT propõe a construção de 240 km de via-férrea e a reposição/modernização de 429 km. No total estamos a falar de 669 km de via-férrea. È o maior projeto ferroviário de via estreita alguma vez apresentado em Portugal, desde o início da construção das primeiras linhas de caminhos-de-ferro em Portugal.
Está na altura de Portugal deixar de construir mais autoestradas e apostar finalmente naquilo que já deveria ter feito nos anos 80: modernizar e construir novas linhas de caminhos-de-ferro para transporte de passageiros e mercadorias. Se essa aposta tivesse sido feita no passado, com toda a certeza a atual conjuntura económica Portuguesa poderia ser outra. Estamos a pagar hoje pelos erros acumulados nas últimas 3 décadas. Não percamos mais tempo.
O projeto CT tem inúmeras vantagens para as populações servidas, tornando ainda mais apetecível o transporte ferroviário na atual conjuntura de crise económica.
O projeto CT foi melhorando em relação ao projeto inicial, graças aos contributos que fomos recebendo. Introduzimos algumas ideias novas, com o objectivo de tornar o projeto CT um projeto financeiramente rentável, para que possa ser um produto apetecível aos investidores privados. Deixámos de acreditar no estado português (governo e autarquias) como os principais acionista deste projeto. Além disso, queremos também demonstrar a exequibilidade de um grande projeto no sector ferroviário através da iniciativa privada.
É bom para a economia Portuguesa que mais projetos privados apareçam neste sector. Não podemos estar sempre à espera da moleta ou dos subsídios estatais. A conjuntura atual da economia Portuguesa poderia ser outra, se a nossa economia não fosse demasiada dependente do estado e se este não estivesse demasiado presente. Quanto maior for o “comboio” do estado na economia, mais impostos somos obrigados a pagar e menos financiamento fica disponível para os verdadeiros investidores, criadores de riqueza.
Por isso defendemos a abertura de um concurso para a concessão da exploração das linhas transmontanas por um prazo nunca inferior a 50 anos, onde o estado cede todas as infraestruturas existentes à futura concessionária, sem qualquer custo para esta. Em contrapartida, a concessionária terá de modernizar todas as linhas transmontanas e assegurar tarifas sociais. A concessão é renovável por períodos idênticos, caso o estado não pretenda renovar a concessão terá de reembolsar todas as mais-valias que a concessionária efetuou às infraestruturas das linhas, acrescidas de juros comercias à taxa em vigor.
O Estado concederá a DUP à concessionária para possa fazer todas as expropriações que achar necessárias, incluindo a prioridade do traçado ferroviária em relação às estradas nacionais.
Esperamos que o nosso trabalho esteja bem elaborado para que os eventuais investidores apareçam para financiar este projeto, tendo como garantia o retorno do seu investimento.

aqui o novo projeto CT ou podes transferir o ficheiro para o teu computador.



quinta-feira, 17 de maio de 2012

UNESCO quer mandar parar obras da barragem do Tua


Parar imediatamente as obras de construção da barragem de Foz Tua, solicitar uma missão conjunta de análise à situação da área de paisagem classificada do Alto Douro Vinhateiro como Património Mundial e remeter um relatório actualizado até ao final de Janeiro próximo. 

Estas são as principais exigências que o Comité do Património Mundial da UNESCO se prepara para adoptar na sua reunião de Junho, relativamente ao caso da construção da barragem da EDP na foz deste afluente do rio Douro. 

O projecto de decisão, a que o PÚBLICO teve acesso, está já concluído e, além daquelas exigências, é também colocado em causa o comportamento das autoridades portuguesas ao longo de todo o processo. Apesar de redigido, como é norma, num tom diplomático, o documento não deixa referir uma postura que pode ser classificado como de certa deslealdade por parte dos responsáveis portugueses, que não prestaram qualquer informação sobre os projectos para a construção de barragens e autorizaram o arranque das obras numa altura em que a missão de análise acabava de visitar o local e não tinha ainda sequer iniciado o seu relatório. 

Quanto à parte decisória, com dez pontos, não deixa margem para dúvidas ao "instar o Estado [português] a parar imediatamente todos os trabalhos de construção da barragem de Foz Tua e toda a infra-estrutura associada". É igualmente exigido que seja solicitada a realização de uma "missão conjunta de monotorização para estudo do impacto potencial" das alterações ao projecto que foram, entretanto, anunciadas pela EDP. E ainda que o Estado português "remeta ao Comité do Património Mundial um relatório sobre a revisão ou o reexame do projecto" e também "sobre o estado de conservação" da área classificada, para que seja analisado pelo comité na sua reunião anual de 2013.
O projecto de decisão será analisado no encontro deste ano, que decorre a partir de 24 de Junho na cidade de S. Petersburgo, na Rússia. Em regra, todas as propostas são aprovadas, havendo apenas registo de pequenas alterações ou arranjos resultantes do trabalho diplomático que antecede este tipo e encontros. 

Como foi noticiado pelo PÚBLICO em Dezembro último, um relatório de avaliação resultante de uma visita realizada ao Douro, no início de Abril do ano passado, considerava que a construção da barragem de Foz Tua tem um "impacto irreversível e ameaça os valores" que estiveram na base da classificação do Alto Douro Vinhateiro como Património Mundial. Apesar de ter sido entregue às autoridades portuguesas ainda em Agosto, foi mantido em segredo até à divulgação da notícia e a resposta oficial do Governo àquele comité da UNESCO só terá chegado a 8 de Fevereiro deste ano, conforme se constata agora do projecto de decisão. No confronto de datas, o documento realça que "o projecto da barragem - embora previsto no Plano Energético Nacional de 1989 e no Plano de Bacia Hidrográfica do Douro de 1999 - nunca foi mencionado no dossier de candidatura". Refere-se ainda que em 2008 o Instituto da Água lançou o concurso público para a concessão da barragem. Este seria aprovado em 2010 e "o Estado [português] só informou o Centro do Património Mundial quando para tal foi solicitado". O projecto de decisão frisa também que o estudo de impacto ambiental "não inclui qualquer avaliação do impacto sobre o valor universal excepcional da paisagem classificada". 

Quanto à resposta dada pelo Estado português, foi argumentado que o projecto foi objecto de consulta pública e que as obra só poderiam avançar depois de uma avaliação favorável, ou com condições, de impacto ambiental, documento cuja data limite de publicação era 12 de Abril de 2010. "No entanto, a 11 de Maio de 2009, o projecto já tinha recebido uma aprovação ambiental, sob certas condições", frisa o comité da UNESCO. Outro dos argumentos avançados pelo Governo foi o de que, sendo o Alto Douro Vinhateiro considerado como "uma paisagem cultural evolutiva". há toda a conveniência em assegurar "a vida e a evolução". 

Em Dezembro, quando o PÚBLICO deu conta do relatório e da consequente ameaça para a classificação da UNESCO, o secretário de Estado da Cultura disse que o Governo admitia rever o processo. "Tem de ser uma decisão muito ponderada e assumida em bloco, e o Governo pondera analisar e avaliar toda a situação", disse então Francisco José Viegas.

 fonte: Público

sábado, 16 de abril de 2011

PARE, ESCUTE, OLHE ESTREIA NA SIC TELEVISÃO A 16 DE ABRIL | 23h30

O documentário já tem estreia marcada na SIC Televisão (co-produtora do filme). Será exibido uma versão de 55 minutos, no dia 16 de Abril, às 23h30 - depois da novela Laços de Sangue.



sexta-feira, 1 de abril de 2011

FEVE adjudica a aquisição de 4 novas automotoras


A FEVE acabou de adjudicar a aquisição de 4 novas automotoras (foto). Cada uma delas tem 3 carruagens. O custo total da sua aquisição é de 21,8 milhões de euros. Cada uma das automotoras terá um custo de 5,5 milhões de euros com IVA. Sem IVA este valor fica em 4,7 milhões de euros, um pouco mais elevado do que as automotoras que orçamentámos para o Comboio Aquae Flaviae (Chaves – Aveiro) e o Comboio Brigantino (Bragança – Aveiro), 3,26 milhões de euros. Contudo, estas novas automotoras podem transportar mais passageiros, cada carruagem tem 78 lugares sentados (234 no total das 3 carruagens) e tem um espaço reservado para estacionamento de 4 bicicletas. Estas automotoras atingem os 100 km/h. Esta opção seria interessante para a CT, apesar de aumentar os custos de aquisição do material circulante em 2,88 milhões de euros (2 automotoras). Contudo, contando com a comparticipação do QREN no investimento inicial da CT, esse aumento ficaria em 1,15 milhões de euros.

Com esta notícia da FEVE, podemos comprovar, mais uma vez, que o projecto da FEVE é rentável. O projecto CT – Comboios Transmontanos S.A. teve por base este projecto espanhol, pelo que não precisamos de dizer mais para concretizar o nosso projecto de gestão integrada das linhas de via estreita em Portugal.

Para reforçar esta mensagem, deixamos mais uma boa notícia da FEVE, a criação de mais um comboio turístico e a criação de novos itinerários:

domingo, 20 de fevereiro de 2011

Procurar Investidores para as Linhas Transmontanas

É minha profunda convicção que não vamos poder contar com estado e muito menos com actual governo para reactivar a linhas transmontanas do Corgo, Tua, Sabor e Tâmega. Também não vale a pena estar à espera do apoio dos actuais autarcas transmontanos, já que quase todos, se não todos, se venderam às promessas ilusórias do actual governo.

A única solução para tornar realidade, o sonho de voltar a ver os comboios a circular nas linhas transmontanas, seria com um projecto financiado com fundos privados.

Uma hipótese seria convencer a FEVE a investir em Portugal, expandido a sua rede para o nosso país. Contudo, e para nossa infelicidade, a rede da FEVE não se encontra perto das localidades fronteiriças, onde as linhas do Corgo, Tua, Sabor e Tâmega terminam. No entanto, não sendo um impedimento, torna difícil de convencê-los a investir. Além disso, existe outro impedimento, a FEVE ser uma empresa pública espanhola. Sabendo nós a posição do nosso governo sobre as linhas transmontanos e dada a amizade existente entre os actuais primeiros-ministros dos dois países, depressa seria vetada qualquer hipótese de viabilização de uma participação da FEVE.

A hipótese mais interessante e porventura a única que poderia de facto concretizar, seria a participação de investidores árabes. Pode à primeira vista parecer estranho, mas podem ter a certeza que não é. Fiz várias pesquisas sobre investimentos árabes, e verifiquei a abertura e a disponibilidade para investirem em projectos alternativos, como aquele que defendemos, desde que se prove a sua rentabilidade. O mais difícil é conseguir chegar ao seu contacto para fazer a apresentação de um projecto integrado para toda a região transmontana. Gosto de frisar “um projecto integrado”, pois quaisquer projectos sectoriais estarão condenados ao fracasso.

Não seria difícil de convencê-los a investir num projecto ferroviário de gestão integrada das Linhas do Corgo, Tua, Sabor e Tâmega com ligações a Espanha e às duas principais cidades do país, tendo acesso aos principais Aeroportos do país: ao Porto através da Linha do Douro, e a Lisboa através da realização do projecto da Linha de Lamego com a ligação à Linha do Vouga, reactivando o troço entre Viseu e Sernada do Vouga, permitindo a chegada a Aveiro, com a consequente ligação ao Alfa Pendular para Lisboa. Além disso a ligação a Aveiro, permitiria a ligação a um importante porto Marítimo, o Porto de Aveiro.

A grande “batalha” para nós, acima de qualquer outra coisa, seria utilizar tudo o que estivesse ao nosso alcance, para conseguir chegar ao contacto com as agências de investimentos árabes e/ou fundos de investimentos árabes.

É isso que tenho andado a tentar fazer, mas torna-se mais fácil, se mais estivessem interessados e disponíveis para o fazer…

Paulo Santos
CT - Comboios Transmontanos S.A.


sábado, 19 de fevereiro de 2011

Barragem do Tua: uma pedra sobre 'defunto' e um 'insulto'

A associação ambientalista Quercus considerou hoje que o início da construção da barragem de Foz Tua «simboliza» a «morte» da linha do Tua e de «todas as potencialidades do vale do rio Tua».

O primeiro-ministro, José Sócrates, lançou hoje a primeira pedra da barragem que, para a Quercus, «simboliza a pedra que se quer colocar em cima de um defunto aquando do seu enterro».

A associação refere, em comunicado, que a construção da barragem «viola a Directiva Quadro da Água, acaba com a linha do Tua e com a acessibilidade ferroviária ao Nordeste e irá afectar muito negativamente os últimos dois pilares de desenvolvimento da região de Trás-os-Montes e Alto Douro: a agricultura e o turismo».

Para a Quercus, «se as barragens fossem sinónimo de riqueza e emprego, esta região seria uma das mais ricas e teria das taxas de desemprego mais baixas da Europa», pelo número de empreendimentos que ali existem.

«A estimativa do custo do Plano Nacional de Barragens é de 7.000 milhões de euros a serem pagos pelos consumidores, em vez de um investimento em alternativas energéticas que custariam somente 360 milhões de euros para obter os mesmos benefícios em termos de protecção do clima e de independência energética».

O Partido Ecologista Os Verdes (PEV) reagiu ao início da obra, afirmando que «não é com uma pedra que vão enterrar o vale e a linha do Tua».

O partido promete continuar «a lutar» contra o empreendimento e lembra, em comunicado, que «Foz Côa não se construiu e, no entanto, parte do paredão da barragem já estava erguido».

O PEV acusa o Governo de utilizar a «estratégia do facto consumado que visava e visa ainda inibir a mobilização e toda e qualquer decisão e posição contra esta barragem, dando-as como inúteis perante uma situação irreversível».

Os Verdes consideram, no entanto, que «esta primeira pedra não deixa de ser um insulto e uma afronta ao bom senso, ao interesse regional e nacional, ao património e à entidade cultural do povo desta região».

O partido entende ainda que «é uma afronta aos procedimentos legais e à transparência democrática, que estão a ser, em todo este processo, várias vezes lesados».

Mas está convicto de que «esta primeira pedra não é, por certo, um pilar da barragem e que debaixo da ponte de Foz Tua ainda vai correr muita água e que a luta de todos quantos se opõem à barragem de Foz Tua, na qual o PEV teve uma forte intervenção desde a primeira hora, continuará».

O PEV lamenta ainda «a afinação do coro dos autarcas do Vale do Tua, que, por alguns 'tostões' que ainda não estão garantidos e não passam de promessas no papel que facilmente são postas em causa em nome de qualquer crise ou défice, estão prestes a hipotecar o desenvolvimento futuro dos seus concelhos e da região».

Fonte:Sol/Lusa


segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

"Não haverá mais comboios na Linha do Tua devido à barragem"

Os comboios não voltarão a circular na Linha do Tua, considerou o administrador da CP Nuno Moreira, adiantando que a empresa não pretende assegurar "indefinidamente" transportes alternativos às Linhas do Corgo e Tâmega, que custam anualmente 221 mil euros.

"Do lado da Linha do Tua, é conhecida publicamente a situação da barragem e é uma situação que, a meu ver, é irreversível. Não haverá mais comboio na Linha do Tua devido à barragem", disse Nuno Moreira, à Lusa.

A CP é a responsável pela exploração comercial dos cerca de 60 quilómetros da última via férrea do Nordeste Trasmontano, entre Mirandela e o Tua, que se encontra encerrada há mais de dois anos, depois de quatro acidentes com outras tantas vítimas mortais. Durante este período, foi aprovada a construção da barragem de Foz Tua que submergirá 16 quilómetros da linha, cortando a ligação à rede nacional ferroviária.

Confrontado com estas declarações, o presidente da Câmara de Mirandela, José Silvano, considera que "já não são novidade nenhuma". O autarca, que sempre lutou contra a barragem, já dá o facto como consumado e que "a linha do Tua acabou tal como existia".

Segundo o autarca social-democrata, também o metro de Mirandela, que ainda circula, entre a cidade e Cachão, vai acabar dentro de "três a quatro anos", logo que esteja executado o plano de mobilidade.

Em troca da barragem, vão ser investidos 35 milhões de euros para criar um novo plano de mobilidade na zona, que implica um pequeno troço de via-férrea da estação do Tua ao paredão, um funicular, dois barcos para levarem os passageiros até à Brunheda e comboio até Mirandela.

No resto das linhas transmontanas, a viabilidade das linhas parece difícil. O administrador da CP responsável pelos serviços regional e de longo curso explicou que nas linhas do Corgo e Tâmega "foram encontradas deficiências" que obrigaram a obras estruturais.

A Refer - Rede Ferroviária Nacional concluiu que "não valia a pena estar a fazer remendos sobre as linhas", explicou Nuno Moreira, acrescentando que foi decidido encerrar as linhas, fazer uma reestruturação e moderniza-las.

"Agora cabe à Refer fazer as obras", avisou.

As linhas do Tâmega, entre a Livração e Amarante, e do Corgo, entre Vila Real e a Régua, foram encerradas para obras que, entretanto, foram suspensas para "reavaliação".

Sobre os transportes alternativos que a CP está a assegurar devido ao encerramento destas linhas, o administrador disse que a empresa "não tenciona manter indefinidamente" esta solução.

"Não faz sentido a CP estar a fazer serviço rodoviário e, por outro lado, tem de se ver se naqueles locais existem ou não concessionários rodoviários, ou seja, se se justifica estar a fazer aquele serviço", disse, referindo que os transportes alternativos só serão mantidos caso se conclua que são "essenciais à mobilidade das populações".

Na Linha do Tâmega, os serviços rodoviários entre Livração e Amarante representam um custo anual de 133.000 euros, enquanto na Linha do Corgo os serviços rodoviários Vila Real - Régua custam 88 mil euros por ano à CP, segundo dados da empresa.



sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

Ministério “decretou a sentença de morte” do Vale do Tua

Segundo os bloquistas, o Governo já tomou a decisão final de avançar com a barragem do Tua, uma decisão que representa uma “cedência cega” aos interesses económicos da EDP. Os cinco autarcas dos municípios afectados pelo empreendimento hidroeléctrico continuam o processo de criação de uma Agência de Desenvolvimento Regional, para a qual já apresentaram mesmo uma proposta de estatutos.



quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

Cavaco e a Linha do Tua

Vejam o vídeo no momento em que o candidato Cavaco Silva ficou incomodado pelo tema da Linha do Tua... Porque será?



Ver o vídeo.

segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

Defensor Moura apela ao Governo para reavaliar encerramento da linha do Tua

Quatro dias depois de Cavaco Silva ter estado em Mirandela, onde foi acusado de ser o responsável pelo encerramento de muitos quilómetros de linhas de caminho de ferro, Defensor Moura insurgiu-se este domingo, também em Mirandela, onde se deslocou no âmbito da campanha, contra o encerramento da linha do Tua por causa da construção da barragem e pediu uma reavaliação económica e social da decisão.

Mostrando-se contra a construção da barragem, considerando-a mesmo “uma má medida de política no que se refere ao combate e à desertificação da região”, o candidato pediu ao Governo que reavalie a decisão, afirmando que “há investimentos transitórios que não valorizam assim tanto o nosso património energético [leia-se barragem]”.

À chegada à estação ferroviária de Mirandela, que se encontra desactivada e em visível estado de degradação, Defensor Moura visionou um vídeo relativo à visita que Cavaco Silva efectuou quarta-feira, também no âmbito da campanha para as presidenciais, à zona industrial da cidade e onde disse que “gostava muito de andar de comboio” e que “o comboio é um instrumento” indispensável ao desenvolvimento da região. O que deixou muitos transmontanos indignados.

“Tive um convite dos transmontanos de Mirandela para lhes vir dar voz nesta luta pela reactivação das linhas de caminho de ferro que foram fechadas nos anos 90. À chegada fui surpreendido com um vídeo da visita de um outro candidato que apela muito à falta de memória dos portugueses e neste caso dos transmontanos”, declarou o candidato, lembrando que foi com Cavaco na liderança do Governo que foram encerrados 185 dos 250 quilómetros de via-férrea do distrito de Bragança”.

Lamentando aproveitamento político, Defensor verberou, acusando o Presidente da República de vir a Mirandela “pedir o apoio a quem tinha sito prejudicado pela sua acção”.

No final de uma visita de metro entre a estação do Cachão e Carvalhais, onde viajou toda a comitiva que acompanha o candidato, Defensor acenou com “o sofrimento que Trás-os-Montes está a sentir de desinvestimento e de desertificação, porque lhes faltam transportes regulares e seguros e a linha de caminho de ferro que tanto custou a construir é um investimento que deve ser mantido e revalorizado”.

Por seu lado, Daniel Conde, do Movimento Cívico da Linha do Tua, que não se conforma com o encerramento da linha, considera que “há muita coisa a fazer a partir da linha do Tua para o desenvolvimento da região, mas muito pouco se tem feito”. Pedindo a reactivação a linha até Bragança, Daniel Conde dá conta das potencialidades deste troço pelo seu “valor paisagístico, arquitectónico e social que é isso que importa aqui, trazer de novo o desenvolvimento ao distrito de Bragança”.

Na comitiva que acompanhou o candidato presidencial Defensor Moura participaram também elementos da Associação Ibérica da Defesa dos Rios.

Fonte: Público


sábado, 15 de janeiro de 2011

Cavaco defendeu produtos transmontanos e foi confrontado com a linha do Tua na visita a Bragança

Cavaco Silva defende que os produtos agrícolas transmontanos deveriam estar mais disponíveis nas grandes superfícies comerciais. Uma posição assumida ontem num jantar comício em Bragança inserido na campanha para as eleições presidenciais.

A par desta ideia, o candidato e actual chefe de estado entende que a agricultura deveria ser mais apoiada para que os produtos possam penetrar noutros mercado.

“Eu conheço a qualidade extraordinária dos produtos de Trás-os-Montes, que gostaria de ver mais nas prateleiras das grandes superfícies, que gostaria de ver com maior preferência por parte dos portugueses, que gostaria que tivessem mais apoios para penetrar nos mercados externos, em particular na nossa vizinha Espanha. Esquecê-los é deixar para trás a nossa alma”, disse Cavaco Silva.

Neste jantar, a mandatária distrital da candidatura, Conceição Martins deixou um apelo especial a Cavaco Silva: “Aqui o professor Cavaco Silva, como presidente da República nos próximos cinco anos, tenha em atenção o distrito onde está agora e continue a lutar pela coesão territorial que permita ao distrito de Bragança cumprir a sua missão.”

A coesão nacional é precisamente um dos desígnios do candidato que deixou claro que não quer regiões esquecidas no país.

“Mas o certo é que existem desequilíbrios territoriais”, disse Cavaco, que reconheceu que “tem faltado uma política verdadeira que compense estes desequilíbrios”.

Este jantar contou com a presença de cerca de mil militantes do PSD, o partido que apoia Cavaco Silva nesta recandidatura à Presidência da República.

Antes disso, Cavaco Silva esteve em Mirandela, ao final da tarde, onde visitou fábricas de alheiras, queijo e azeite.

E foi confrontado com um assunto incómodo: a linha do Tua.

Por Mirandela, durou menos de meia hora a visita de Cavaco Silva a três unidades industriais. Com passo acelerado e rodeado de muita segurança, o candidato a um segundo mandato na presidência da República, foi surpreendido com uma tarja do movimento cívico da linha do Tua, onde Cavaco era questionado se tinha vindo de comboio. Um dos membros do movimento fez mesmo questão de entregar um dvd do filme documentário sobre a linha do Tua, referindo que Cavaco Silva era um dos protagonistas. O candidato, de fugida, lá falou sobre um dossier que claramente não domina.

“Já fiz este comboio várias vezes e tenho pena de não fazer até Mirandela”, disse, mas rapidamente lhe disseram que agora já não pode fazer essa viagem. “É um instrumento importante para o desenvolvimento desta região. E os autarcas estão a unir-se todos para falar com o Governo e vão também mandar-me alguns elementos”, disse Cavaco Silva, prontamente corrigido por Daniel Conde: “Pois, mas isso é sobre a linha do Douro, esta é a do Tua”.

Respostas que não convenceram os membros do movimento. Daniel Conde vai mais longe, e considera que Cavaco Silva foi o principal responsável do completo abandono da linha do Tua.

“Gostei muito de ouvir o sr. Presidente dizer que gosta de andar de comboio, principalmente quando, enquanto Primeiro-Ministro, deu cabo de 860 quilómetros de caminho-de-ferro em Portugal. É notável que alguém tenha a lata de dizer isso, sobretudo aqui em Mirandela. A linha do Tua está no estado em que está devido a Cavaco Silva, que não teve contributo nenhum para o desenvolvimento do Nordeste”, disse Daniel Conde.

Cavaco Silva confrontado, em Mirandela, com um tema incómodo, a questão da linha-férrea do Tua, cujo encerramento do troço entre Mirandela e Bragança aconteceu na altura em que foi Primeiro-Ministro. De resto, a visita foi a todo o gás, mas ainda a tempo de receber alheiras de Mirandela numa visita relâmpago a uma empresa do sector.

A todo o gás seguiu para Macedo de Cavaleiros onde apanhou os próprios apoiantes desprevenidos.

“Cheguei até antes da hora. Andam sempre a dizer que o distrito de Bragança é uma terra atrasada mas, como vêem, está é adiantada”, brincou Adão Silva, deputado social-democrata eleito por Bragança e um dos que foi apanhado desprevenidos.

Mesmo assim, sem dar a volta pela zona pedonal da cidade, Cavaco Silva ainda entrou com alguns simpatizantes da sua candidatura num dos cafés de Macedo e deu lições de vida ao pequeno Pedro.

“Tens de estudar porque quando fores grande podes ser Primeiro-Ministro ou Presidente da República. O meu pai também não tinha praticamente nada. Quando reprovei pôs-me a cavar milho e batatas. A partir daí fui sempre o melhor da turma.”



sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

Museu do caminho-de-ferro já tem projecto

Já está concluído o projecto de recuperação da antiga estação de caminhos-de-ferro de Bragança.

No entanto, o presidente da câmara diz que a obra ainda não vai avançar por falta de financiamento.

“Temos o projecto de execução feito. Os tempos estão difíceis, há muitos atrasos na execução de fundos comunitários, por isso vamos usar de alguma prudência quanto ao início das obras” refere.

Jorge Nunes adianta que o projecto vai permitir recuperar alguns dos antigos equipamentos.

“Vai prever uma intervenção no actual núcleo, um aumento da área edificada, com uma superfície transparente para que as pessoas que circulam vejam o património neste núcleo museológico” acrescenta.

O projecto está aprovado, falta apenas o financiamento.

Esta candidatura é feita em parceria com outros municípios e liderada pelo Entroncamento.



quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

Resposta do candidato Francisco Lopes ao CT

Boa-tarde:

Acusamos a recepção da vossa mensagem e agradecemos a informação.

A candidatura de Francisco Lopes pronuncia-se a favor do investimento com vista à modernização da via-férrea convencional, na qual as respectivas linhas ou ramais se inserem. A nossa posição sustenta-se em razões que se relacionam com o direito à mobilidade, com o combate à interioridade e desertificação e também com razões ambientais.

Com os melhores cumprimentos,

O Gabinete de Apoio à Candidatura de Francisco Lopes

sexta-feira, 24 de dezembro de 2010

Candidatos Presidenciais e os comboios transmontanos?!...

O projecto CT enviou um email a todos os candidatos presidências a solicitar a sua opinião sobre os comboios em Trás-os-Montes:


“Exmo. Senhor Candidato,
Faço parte de um grande grupo de flavienses e transmontanos que andamos a lutar pela reabertura das linhas férreas transmontanas que foram entretanto encerradas: Corgo, Sabor e Tua. Gostaria de saber a sua opinião sobre este assunto.
Aproveito esta oportunidade para dar a conhecer o Projecto CT e a página do Facebook onde nos pode encontrar: http://comboiostransmontanos.webnode.pt/
http://www.facebook.com/group.php?gid=115020471868845
Mais informo que vamos colocar esta questão a todos os candidatos e vamos publicar as respostas que nos forem enviadas.

Com os melhores cumprimentos.

Paulo Santos
CT-Comboios Transmontanos S.A.”


Ficamos a aguardar pelas respostas…