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segunda-feira, 30 de março de 2026

Chaves: apeadeiros da Linha do Corgo vão ser alojamentos turísticos

As linhas do Corgo e do Tâmega fecharam para obras em 2009 e foram dadas como oficialmente 
encerradas em 2010 MANIEL ROBERTO

Além de nova vida para os apeadeiros de Vilela do Tâmega e Vilarinho das Paranheiras, vão ser também criados pontos de apoio à Ecovia Internacional do Tâmega e do Corgo.

Os dois apeadeiros da antiga Linha Ferroviária do Corgo, em Chaves, vão ser transformados em alojamento turístico sustentável, num investimento total de 576 mil euros, anunciou o município do distrito de Vila Real.

O projeto, segundo explicou a câmara, em comunicado, prevê a reabilitação deste "património ferroviário histórico", transformando os antigos apeadeiros em alojamento turístico sustentável e acessível em modelo de hostel, preservando simultaneamente a sua identidade arquitetónica
O município explicou que a iniciativa contempla ainda a criação de pontos de apoio à Ecovia Internacional do Tâmega e do Corgo e quer contribuir "para reforçar a oferta de ecoturismo, cicloturismo e turismo de natureza na região".

A empreitada está inserida no projeto de "Requalificação dos Apeadeiros de Vilela do Tâmega e Vilarinho das Paranheiras", no âmbito do programa Crescer com o Turismo.

O investimento total previsto é de 576 mil euros e a candidatura irá beneficiar de um incentivo financeiro de 400 mil euros.
Lançado em Fevereiro de 2025, o programa de apoio Crescer com o Turismo dispõe de uma dotação de 30 milhões de euros e tem como objetivo fomentar o desenvolvimento sustentável dos territórios, com especial enfoque na responsabilidade social e ambiental, bem como na qualificação, inovação e valorização dos recursos turístico
As iniciativas incidem em áreas como turismo de natureza, turismo gastronómico, turismo ativo, turismo de bem-estar e turismo cultural e patrimonial, contribuindo para a diversificação e qualificação da oferta turística nacional.

Fonte: Público




terça-feira, 7 de outubro de 2025

Novos Apeadeiros da Linha do Vouga


A Linha do Vouga terá duas novas paragens no concelho de Aveiro. O apeadeiro de Azurva será relocalizado

A Linha do Vouga terá, no seu troço no município de Aveiro, dois novos apeadeiros, ambos na freguesia de Esgueira: nas imediações das escolas e nas Alagoas, junto à sede da AIDA - Câmara de Comércio e Indústria e ao Retail Park.

Para além da criação das duas novas paragens, acontecerá também a relocalização do apeadeiro de Azurva, na freguesia de Eixo-Eirol, que, segundo a Câmara, «passará para uma posição considerada mais favorável ao serviço da população e à proximidade do Parque Desportivo de Aveiro».

Estas alterações no mapa de estações da Linha do Vouga serão concretizadas no quadro de um acordo de cooperação envolvendo ainda as empresas públicas Infraestruturas de Portugal e CP – Comboios de Portugal e o município de Águeda. O acordo foi estabelecido para a «criação e relocalização» dos apeadeiros daquela via ferroviária.

Fonte: Diário de Aveiro


No projeto de Metro Aveiro publicado em 2020, esta sugestão já havia sido apresentada. Congratulamo-nos por ver que a solução será agora concretizada.



quarta-feira, 9 de julho de 2025

Estudo Prévio para a Reabilitação da Linha do Douro, entre o Pocinho e Barca D’Alva


O Estudo Prévio para a Reabilitação da Linha do Douro, entre o Pocinho e Barca D’Alva, já foi apresentado ao Município de Figueira de Castelo Rodrigo, por uma equipa da Infraestruturas de Portugal (IP).

Após a reunião, e depois de analisado pela Divisão de Obras da Câmara Municipal, o referido estudo prévio irá merecer parecer favorável, podendo, da parte da Câmara Municipal, a IP avançar para a fase seguinte, que é o projeto de execução, dando assim cumprimento à calendarização inicialmente prevista.

O Presidente da Câmara Municipal, Carlos Condesso, mostrou-se satisfeito com o avanço do projeto, visto que considera este investimento “crucial não só para o concelho, como para toda a região, sendo uma alavanca muito importante para este território que precisa deste investimento que vem beneficiar muito o setor do turismo e a economia deste território do interior”, acrescentando que este “é um projeto de âmbito regional, com ambição nacional, que permitirá projetar internacionalmente e promover a coesão territorial”. O autarca de Figueira de Castelo Rodrigo considera este projeto prioritário para o país, apelando ao Ministro das Infraestruturas, para que também o coloque no topo da sua agenda, e que reconheça o seu potencial transformador para esta região e para Portugal.

Segundo o estudo da CCDR Norte, o investimento de 70 milhões de euros na reabilitação da linha entre o Pocinho e Barca D’Alva, vem trazer benefícios económicos, sociais e ambientais e vai beneficiar 22 municípios, criar mais de 4700 postos de trabalho na fileira do turismo durante o período de 26 anos, e vem representar um verdadeiro elevador social e económico, concretizando um avanço enorme na coesão territorial nacional.

Fotos: Município de Figueira de Castelo Rodrigo.

Fonte: Rádio Fronteira 106.9 FM Vilar Formoso


terça-feira, 20 de maio de 2025

Novos Apeadeiros - Linha do Vouga


As câmaras de Águeda e de Aveiro vão assinar um protocolo com a Infraestruturas de Portugal (IP) para a criação e relocalização de apeadeiros na Linha do Vouga, no troço entre Sernada do Vouga e Aveiro.

Em Águeda, vão ser criados apeadeiros na Alagoa e no Ninho de Águia, que distam 1.200 metros um do outro; vão ser relocalizados os apeadeiros da Aguieira (850 metros entre a localização atual, perto do campo do Mourisquense, ficando junto à povoação) e de Mourisca do Vouga (em 500 metros), permitindo neste caso “acompanhar o crescimento urbano que se verifica para norte da localidade”.

Leia o artigo completo na edição n.º 9379 de Soberania do Povo

Fonte: Soberania do Povo

sexta-feira, 22 de março de 2024

Linha de Leixões vai ser reativada até Leça do Balio


Protocolo para ferrovia de mercadorias retomar serviço de passageiros assinado esta quinta-feira, em S. Mamede de Infesta, Matosinhos.

Com a estação de S. Mamede de Infesta como cenário, e diante do painel de azulejos que evoca o rio Douro e a ponte Luís I, no Porto, a ambição ficou selada nesta quinta-feira à tarde: “Este protocolo não é o último; ainda queremos mais, para ligar a Leixões”, afirmou a presidente da Câmara de Matosinhos, Luísa Salgueiro, depois de ratificar, ao lado de representantes da IP e da CP, o documento que garante a reativação do serviço de passageiros da linha de Leixões entre Campanhã, no Porto, e Leça do Balio, em Matosinhos.

“Vamos retomar o serviço até ao final deste ano. As pessoas vão começar a andar de comboio e as exigências começam a surgir. E é bom que comecem a surgir exigências por apeadeiros onde faltam, para que a linha não fique em Leça do Balio e vá até Leixões”, disse o secretário de Estado das Infraestruturas, Frederico Francisco, que acredita que, “mais tarde ou mais cedo, a duplicação desta linha será uma inevitabilidade”, uma vez que a reabertura do serviço a passageiros “cria a procura para que depois se vão dando os passos seguintes”.

“Não tenho dúvida nenhuma de que o serviço de passageiros na linha de Leixões, desta vez, voltará para ficar, porque será melhor do que era em 2009, em que ia de Ermesinde a Leça do Balio e não incluiu a criação destas novas estações na Arroteia e no Hospital de S. João, que vão servir dois polos muito importantes de geração de procura neste eixo norte da cidade do Porto”, lembrou o governante.

Soluções definitivas

Pedro Moreira, que preside à CP, também sublinhou que “a criação de dependências na Arroteia e no S. João irá permitir ter um número de passageiros que vai justificar a manutenção da infraestrutura e criar condições que justifiquem, no futuro, outro tipo de investimentos, não só nas infraestrutras mas no material circulante, que permitam a expansão do serviço, nomeadamente a ligação a Leixões”.Por outro lado , o vice-presidente da IP - Infraestruturas de Portugal, Carlos Fernandes, adiantou que, em lugar de estruturas provisórias nos dois novos apeadeiros, o organismo “está a avaliar se é possível construir já soluções definitivas”.

Investimento

A reativação do serviço de passageiros, que foi desativado em 2011, implica um investimento de três milhões de euros, repartidos pelas três entidades.

Dois serviços

Estão previstos até dois comboios por hora, por sentido, com paragens em Campanhã, Contumil, São Gemil, Hospital S. João, S. Mamede de Infesta, Arroteia e Leça do Balio.

Modernização

A IP indica que tem um projeto de modernização da linha de Leixões, num investimento de 50 milhões de euros.

 

Fonte: Jornal de Notícias

terça-feira, 17 de outubro de 2023

Requalificação de 8 antigas Estações Ferroviárias no Alentejo


Já foi lançado o concurso para a requalificação de oito antigas estações ferroviárias, no Alentejo. O objetivo é dar-lhes novas utilizações para fins turísticos.

Os concursos para atribuição dos direitos de exploração, sobre imóveis do Domínio Público Ferroviário, foram lançados esta sexta-feira, 13 de outubro, numa cerimónia em Alcácer do Sal.

As estações em causa são: Estação de Baleizão, Beja, Estação de Quintos, Beja, Estação da Ponte do Guadiana (Beja), Estação de Casével (Castro Verde), Estação de Pias (Serpa), Estação de Serpa/Brinches (Serpa), Estação de Pavia (Mora) e Estação do Cabeção (Mora).

«Estas antigas estações ferroviárias serão objeto de requalificação e valorização, promovendo o desenvolvimento regional e local, através de novas utilizações para fins turísticos, ficando sujeitas a várias regras de utilização e de gestão em rede, como o uso da marca Revive Natureza, o consumo de produtos locais, a sustentabilidade ambiental e a valorização do território», explica a Secretaria de Estado do Turismo, Comércio e Serviços.

Os interessados podem apresentar as suas candidaturas até ao próximo dia 12 de setembro.

Para Nuno Fazenda, secretário de Estado do Turismo, Comércio e Serviços, «o Revive Natureza constitui uma oportunidade para que estas estações e outros imóveis, devolutos há décadas, sejam objeto de requalificação».

O governante acrescenta ainda que «este é um importante instrumento de valorização do património edificado e natural, revitalizando, através do turismo, património público abandonado e em degradação».

 

Fonte: SulInformação

quarta-feira, 13 de setembro de 2023

Interface ao TGV em São Paio de Oleiros


Feira propõe criação de interface ao TGV em São Paio de Oleiros.

A Câmara de Santa Maria da Feira defende a criação de um interface no concelho com ligação à futura Linha de Alta Velocidade (TGV), tendo a Linha do Vouga acesso à mesma. A proposta, que foi dada a conhecer pelo presidente da Câmara, Emídio Sousa, em reunião do Executivo, foi aprovada por unanimidade.

O autarca explicou ao JN que o projeto de execução do futuro traçado da Linha de Alta Velocidade terá de ter o acordo do Município, pelo que aproveitará esta ocasião para defender a construção da referida interface.

Emídio Sousa considera ser oportuna esta ligação entre a Linha do Vouga e a Linha de Alta Velocidade, tendo em conta um ponto de “interceção”, previsto no traçado, para a zona da freguesia de São Paio de Oleiros.

“Vamos defender que seja construída esta interface, prevendo que a futura Linha possa receber também outros comboios, que não apenas de alta velocidade”, sublinhou o autarca. E detalhou: “Esta interceção [com a respetiva interface] poderá servir cerca de meio milhão de habitantes a sul do Porto e a norte do distrito de Aveiro”.

Alteração do traçado

A Câmara da Feira tinha já assumido publicamente a sua oposição à designada solução A, que viria, contudo, a ser aprovada.

Emídio Sousa afirma que o traçado aprovado teve, entretanto, uma ligeira alteração que desloca a Linha “um pouco para poente” afetando menos habitações, mas sem ser a solução defendida na integra pela Autarquia.

O autarca lembrou que o traçado poderia colocar em causa investimentos de milhões de euros previstos para a zona industrial do Lusopark.

Ligação

Orçada em 4,5 mil milhões de euros, a Linha de Alta Velocidade prevê a ligação entre Lisboa e Porto numa hora e quinze minutos, com paragens em Leiria, Coimbra, Aveiro e Gaia.

Investimentos

Ainda na fase de apreciação do traçado, Emídio Sousa  considerou que as propostas da IP colocavam em risco investimentos de 100 milhões de euros e 1200 postos de trabalho, na zona do Lusopark.

Fonte: Jornal de Notícias




Fotos: MCLV